Protocolo de sementes e de lagartas

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                Atualmente Mato Grosso cultiva aproximadamente 9,2 milhões de hectares de soja, sendo o maior produtor da cultura no Brasil. Em uma área tão extensa, a capacidade reprodutiva de pragas é potencializada devido à grande disponibilidade de alimento. Consequentemente, ocorrem surtos populacionais de pragas que ameaçam a produtividade da cultura. Além da cultura da soja, a produtividade das culturas cultivadas em sequência como o milho e o algodão pode ser comprometida, devido à grande pressão de pragas no estabelecimento das culturas, pois essas culturas hospedam a maioria das pragas da soja.

                Visando garantir a produtividade, os agricultores adotam a estratégia de controle preventivo, sempre utilizando inseticidas em cada operação de controle de plantas daninhas ou doenças. Portanto, aplica-se de forma desnecessária, pois não são levados em consideração os preceitos do Manejo Integrado de Pragas, Doenças e Plantas Daninhas, que é a amostragem e o respeito dos níveis de controle para cada praga alvo e a integração de táticas de controle como controle biológico e controle químico.

                Como consequência desse manejo adotado pelos produtores, eleva-se o custo de produção, intensifica-se o processo de contaminação do solo e a seleção de populações resistentes aos produtos fitossanitários e além de eliminar as comunidades de inimigos naturais ocasionando surtos populacionais de pragas. Problemas esses que podem ser mitigados quando adotado o Manejo Integrado.

                Por isso, o projeto de manejo fitossanitário da cultura da soja é tão importante, pois quer estimar a adoção do Manejo Integrado de Pragas, Doenças e Plantas Daninhas na cultura de soja em Mato Grosso.

 

Para entender mais sobre o assunto, acesse os links:

·         PROTOCOLO PARA COLETA DE SEMENTES DE PLANTAS DANINHAS COM SUSPEITA DE RESISTÊNCIA

 

·         PROTOCOLO PARA COLETA E ENVIO DE LAGARTAS COM SUSPEITA DE RESISTÊNCIA 

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